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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Maioria dos evangélicos acredita que estamos vivendo no fim dos tempos

Imagem: DivulgaçãoDe acordo com a pesquisa publicada esta semana pelo Instituto de Pesquisas Religiosas do Grupo Barna, as guerras em andamento e a ameaça de invasão militar estrangeira na Síria tem mexido com a percepção sobre a proximidade do fim do mundo.
Cerca de 41% dos norte-americanos acreditam que o mundo já está vivendo os acontecimentos previsto pela Bíblia sobre o fim dos tempos. O índice é maior (77%) entre os membros de igrejas mais contemporâneas, que não fazem parte das denominações seculares. Entre os protestantes mais tradicionais é de apenas 54%.
O Grupo Barna diz que usou métodos científicos de pesquisa por amostragem, com um nível de confiança de 95%. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. A pergunta feita aos entrevistados era: “Você, pessoalmente, acredita que o mundo está vivendo atualmente o “fim dos tempos”, conforme descrito por profecias na Bíblia?”. Depois, era questionado qual era a sua afiliação religiosa. Os católicos mostraram uma posição diferente, com 73% dizendo que não acreditava.
O teólogo James F. Fitzgerald, especializado no estudo de profecias, comentou os resultados para a revista evangélica Charisma. “Até eu fiquei surpreso com os resultados, os percentuais são maiores do que eu podia imaginar”, diz ele que acaba de lançar o livro “Startling Evidence the Endtimes Have Begun” [Evidências assustadoras que o final dos tempos já começou] sobre o assunto.
“Quando comecei a escrever, não tinha certeza que as pessoas o considerariam útil ou se estariam interessadas. Mas esta pesquisa é totalmente interessante, e sei que existe mais abertura para a mensagem do meu livro que eu imaginava. Demorei sete anos pesquisando e escrevendo para publicar agora”. Ele usa como ponto de partida as mudanças ocorridas no mundo após os atentados de 11 de setembro de 2001, que resultaram em guerras no Iraque e no Afeganistão.
Concomitantemente, o jornal secular USA Today começou a publicar em 9 de setembro uma série de matérias sobre as perspectivas políticas de um ataque americano à Síria. Entre os entrevistados estão teólogos, que apontam para vários trechos das Escrituras. Nos dias seguintes, o USA Today apresentou um levantamento feito sobre a venda de material religioso e aponto que ocorreu um aumentado nas últimas semanas, desde que aumentou a tensão na Síria e no Egito.
Divulgou ainda que entre os católicos há um crescente interesse sobre o assunto por causa do filme “’The Triumph’. Trata-se de um documentário sobre as profecias de uma perspectiva católica romana, abordando ainda as mudanças no Vaticano.
Entrevistado pelo jornal, o teólogo Tom Lombardo ressaltou que é preciso ser cuidadoso. Segundo ele, um número crescente de pastores começaram a pregar que o mundo já está passando pela ‘Grande Tribulação’, evento predito pelo Livro de Apocalipse.
Lombardo lembra que crises políticas influenciam a percepção das pessoas. Ele lembra que em 1844, milhares de evangélicos se prepararam e anunciaram o fim do mundo naquele ano. O evento acabou conhecido como o “Dia do Grande Desapontamento”. Um movimento liderado pelo pastor Herbert W. Armstrong faz algo similar no final da década de 1930, quando se desenhava o cenário que resultou na 2ª Guerra Mundial. A restauração do Estado de Israel, em 1948, criou frenesi entre os teólogos, influenciando Harry Truman, presidente dos EUA na época e conhecido pela sua fé na Bíblia.
Paige Patterson, presidente do Southwestern, um dos mais influentes seminários do mundo, está igualmente cauteloso. Ele enfatiza que o estudo das profecias é importante para os cristãos, mas adverte: “Um erro comum que os cristãos cometem é tentar estabelecer um calendário… pois se falhar as pessoas podem se expor ao ridículo… Mas conhecer o que dizem as profecias do final dos tempos ajuda o cristãos a não temer certos acontecimentos e não esquecer que Cristo terá a vitória no final”.

Fonte: TCP

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Perseguição: pastor americano preso no Irã tem recurso negado

Pastor Saeed Abedini é cidadão americano e foi preso por professar a fé cristã
Pastor é cidadão americano e foi preso por professar a fé cristãO Centro Americano para Lei e Justiça (ACLJ), que defende os direitos humanos e liberdade religiosa, com sede nos EUA, disse nesta segunda-feira (26) que um tribunal de apelações em Teerã rejeitou o recurso do pastor americano Saeed Abedini, que pedia a redução de sua pena de oito anos de prisão.
Segundo comunicado distribuído pelo Centro Brasileiro para Lei e Justiça (CBLJ), a ACLJ está se empenhando em explorar todas as possibilidades legais e governamentais disponíveis. “Estamos explorando todas as opções, incluindo apelar para os EUA, Brasil e outros países ao redor do mundo, e assim gerar pressão sobre o Irã. A decisão é profundamente preocupante e ressalta a continua violação dos princípios da liberdade de religião, de associação, de reunião pacífica e de expressão por parte do governo iraniano”, disse Jordan Sekulow, Diretor Executivo do ACLJ, que representa a família do pastor Saeed.
Sekulow acrescentou: “Esta decisão legal também sinaliza um novo nível de preocupação com a segurança do pastor Saeed. Ao manter a sentença, o pastor enfrenta agora a possibilidade de sofrer espancamentos e abusos dentro prisão de Evin. Tratamento que o enfraqueceu significativamente durante o seu primeiro ano preso”.
“A notícia é devastadora para a nossa família”, disse Naghmeh Abedini, esposa do pastor. “Nos próximos dias teremos uma consulta com um advogado no Irã para determinar o próximo curso da ação. A família poderia apelar para o Supremo Tribunal em Teerã ou pleitear o Líder Supremo, aiatolá Khamenei, para intervir nessa situação. A partir de casos passados, sabemos que a decisão de libertar o meu marido encontra-se unicamente à mercê do Líder Supremo”.
Naghmeh Abedini também expressou desapontamento com o governo dos EUA.
“Estou decepcionada! Como um país que foi fundado sobre a liberdade religiosa tem sido estranhamente silencioso com um cidadão americano que está definhando em uma prisão iraniana? (…) Meu marido está detido há oito anos na prisão de Evin e enfrenta ameaças diárias e abuso pelos radicais porque ele se recusa a negar sua fé cristã. E, no entanto, nosso presidente Obama não falou uma palavra sobre ele. Ao comemorarmos o 50º aniversário do histórico discurso defendendo a liberdade do Dr. Martin Luther King, um americano corajoso que deu sua vida para lutar pela liberdade que é tão fundamental para o nosso modo de vida, estou extremamente desapontada que o presidente Obama tenha escolhido se permanecer em silêncio sobre este caso crítico dos direitos humanos e religiosos de um americano preso no Irã”.
Naghmeh acrescentou: “Eu espero e oro para que, como nação, percebamos que se nós não falarmos contra a injustiça será apenas uma questão de tempo antes que todos os nossos filhos tenham de enfrentar o que os meus filhos estão enfrentando hoje”. Como o Dr. Martin Luther King Jr. disse: ‘A injustiça em qualquer lugar é uma ameaça à justiça em todo lugar’”.
A decisão de rejeitar o apelo do pastor Saeed veio no último domingo (27), da 36º Filial do Tribunal de Apelação de Teerã e foi proferida por um painel de dois juízes, que se recusou a fornecer ao advogado do pastor cópia por escrito da decisão.
Haverá vigílias de oração em todo o mundo no dia 26 de setembro, num esforço em conjunto para chamar atenção a situação do pastor Saeed. Essa é uma oportunidade muito importante para defender a nossa liberdade. Informações sobre essa ação podem ser adquiridas no site www.SaveSaeed.org.

Fonte: Centro Brasileiro para Lei e Justiça

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Pregador de apenas 8 anos faz sucesso em igrejas dos EUA



Samuel Green começou a pregar aos 5 anos

Com apenas 8 anos de idade, Samuel Green já é um pregador conhecido nos Estados Unidos. Além das centenas de convites para pregar em igrejas que recebe todas as semanas, ele foi destaque em um dos programas mais vistos da televisão americana, o “Today show” da rede NBC.

O menino nasceu em Jackson, Mississipi, e começou a pregar aos 5 anos após memorizar vários versículos e reuni-los em falas de 15 minutos. Sua mãe, Joann, disse que percebeu que o filho tinha um dom para pregar quando ele foi convidado a pregar numa igreja em outro Estado que ouvira falar dele.

“Meu marido e eu ficamos muito surpresos quando vimos que Samuel conseguia pregar sem usar anotações, usando apenas o que ele decorou da Bíblia”, disse ela ao “Today”.

Os breves sermões de Green são baseados em histórias bíblicas que ele ouvia em casa ou na igreja que sua família frequenta. Ele conta que seu personagem favorito é Jó, pois ele “sabia como os seus problemas”.  Em um vídeo no YouTube, pode ser visto claramente como o menino mantem-se fiel ao relato bíblico e leva a sério o que está fazendo.

Perguntado sobre o que sente quando está no púlpito, o menino é direto: “Eu realmente não fico nervoso, por que sei que Deus está comigo”. Ao falar dos seus planos para o futuro, diz que além de ser pastor, gostaria de também estudar para ser pediatra e cuidar das crianças.

Beverly Coleman, que serve como uma espécie de “mentora” do jovem Samuel disse que ela está acostumada a trabalhar com crianças na igreja, mas desde que tinha dois anos o menino dava indício que era “diferente” pelo interesse demonstrado pelas histórias bíblicas. Ela não tem dúvidas de que o menino é “superdotado”, intelectual e espiritualmente.

A família garante que ele vive uma vida normal, pois frequenta a escola e joga bola com os amigos, mas entende que possui um “chamado”.

Apesar de sua pouca idade ser vista como uma surpresa para alguns, Samuel não é a única criança a pregar. O canal Nat Geo fez um documentário em 2011 onde mostrava a história de diferentes “pregadores mirins”.  Ele mostrava a vida de dois meninos americanos (Kanon Tipton e Terry Durham) e o brasileiro Matheus Moraes, que ganhou notoriedade no país.

Em 2012, Ezekiel Stoddard, de apenas 11 anos foi ungido como pastor da igreja Pentecostal Templo Hills. No Brasil, possivelmente a história mais famosa é a de Ana Carolina Dias, que começou a pregar com sete anos de idade e continua até hoje.

Não são poucos os casos de curas e milagres atribuídas às orações desse pregadores que iniciaram no ministério nos primeiros anos de vida, o que ajudou a torná-los bastante conhecidos e requisitados por igrejas.
Fonte: Gospel Prime

Evangélicos e Igrejas aumentam na cidade centro do catolicismo no nordeste

Cresce o número de evangélicos no centro popular do catolicismo


Evangélicos e Igrejas aumentam na cidade centro do catolicismo no nordeste Juazeiro do Norte cidade reconhecida pelo catolicismo popular já tem quase 100 igrejas evangélicas. A reportagem do CE/TV – 1ª Edição da TV Verde Mares acompanhou um culto de senhoras na Igreja Evangélica Assembleia de Deus, que coordena 35 congregações na cidade. Além da denominação, em Juazeiro do Norte, existem outros 62 templos de igrejas que acolhem um número aproximado de 20 mil fieis no total.
A explicação para este crescente no número de evangélicos é dada por um dos membros da igreja, Edinaldo Moura, que vivencia o Evangelho há mais de 5 anos.

Ele afirma que antes havia uma certa resistência para fundar uma igreja evangélica no município de Juazeiro, mas hoje a realidade é outra. “A carência do povo, de Deus, é muito grande. As pessoas muitas das vezes não sabe buscar a presença de Deus. Muitas vezes estão tristes, deprimidas e tudo não tem jeito, aí vem Deus e os socorre. As nossas igrejas estão cheias de várias coisas, cheias de pessoas como prostitutas, bandidos, alcoólatras, drogados e Deus age nestas vidas que reconhecem a Sua Soberania e se tornam novas criaturas e têm nova vida", disse ele.
Já o crescimento é comentado pela socióloga e professora Renata Marinho Paes. Ela explica que "o avanço dos evangélicos, dentre outras situações, é dado por conta da proximidade da igreja e do pastor com a comunidade. Não existe distância da igreja com os fieis".
 
Fonte: InforGospel